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Produtos orgânicos representam 1% da produção no Brasil

A comercialização de produtos orgânicos vem crescendo entre 20 a 50 por cento ao ano. No Brasil, a produção de orgânicos representa menos de um por cento da área agricultável. São 800 mil hectares plantados e dois milhões de hectares com extrativismo orgânico. Isto representa cerca de 15 mil propriedades trabalhando com agricultura orgânica. Mundialmente o índice é semelhante, cerca de um por cento, com 31 milhões de hectares, ou pouco mais de 630 mil propriedades.

O engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Pantanal (Corumbá/MS) Alberto Feiden acrescenta que existe uma demanda reprimida muito grande pelo consumo de alimentos orgânicos. É reprimida porque muitas pessoas gostariam de consumir, mas não encontram, e quando encontram seu poder aquisitivo não permite. Ao mesmo tempo, o produtor muitas vezes não consegue colocar seu produto porque os canais de mercado para os produtos orgânicos ainda precisam ser construídos.

Os alimentos orgânicos se caracterizam não apenas pelo não uso de agrotóxicos e adubos químicos, mas também por tentar imitar a natureza para a produção. Na agricultura convencional a química é usada para combater qualquer praga que diminua a produtividade da cultura. Na orgânica, o controle de pragas é feito com predadores naturais.

Ainda são poucos os estudos que comparem alimentos convencionais e orgânicos com relação à qualidade. Na maior parte dos casos, os primeiros são maiores e mais vistosos, porém possuem mais água e menos matéria seca. Existem produções de orgânicos onde já se alcança o tamanho e a "beleza" dos convencionais. A favor dos orgânicos está o fato destes possuírem nutrientes em forma mais equilibrada, ou seja, mais sais minerais e vitaminas.

A produção de alimentos orgânicos é possível tanto em pequenas propriedades como em grandes áreas. A diferença é que nesta última o custo gerencial aumenta, pois é necessário mão de obra especializada e em maior quantidade.

Semana Nacional do Alimento Orgânico

E já que o assunto é produção orgânica, o projeto GEF Rio Formoso, junto com a Comissão Estadual de Produção Orgânica - Cporg-MS e o escritório da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) de Bonito promove no próximo dia 28, em Bonito, palestras sobre a produção de alimentos orgânicos. O evento é parte da Semana Nacional do Alimento Orgânico realizada em todos os estados brasileiros. O público alvo da atividade é a classe produtora e os envolvidos direta e indiretamente com o turismo no município.

De acordo com o coordenador técnico local do GEF Rio Formoso e engenheiro agrônomo da Agraer, Airton Garcez, a agroecologia em Bonito vem sendo estimulada já há algum tempo. Ele cita como exemplos alguns produtos da Feira do Produtor, hortas orgânicas no entorno da cidade e ações desenvolvidas pela Agraer desde 2002.

"Estamos em fase de transição com alguns produtores locais desde esta época. Temos trabalhos com o assentamento Santa Lucia, com o projeto Pé da Serra e no início dos trabalhos lá, com produtos derivados de cana de açúcar e frutos do cerrado plantados organicamente. Também estamos inserindo sistemas agroflorestais (SAF`s) em algumas propriedades no rio Mimoso e no assentamento", relata Garcez.

O Projeto possui ainda outros colaboradores e co-executores importantes como a Prefeitura Municipal de Bonito, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o IASB (Instituto das Águas da Serra da Bodoquena) e apoio técnico e institucional do Ibama.

A comercialização de produtos orgânicos vem crescendo entre 20 a 50 por cento ao ano, porém ainda é tímida a produção. "Existe uma demanda reprimida muito grande pelo consumo de alimentos orgânicos. É reprimida porque muitas pessoas gostariam de consumir, mas não encontram, e quando encontram seu poder aquisitivo não permite", explica Feiden. Ao mesmo tempo, o produtor muitas vezes não consegue colocar seu produto porque os canais de mercado para os produtos orgânicos ainda precisam ser construídos.

No Brasil, a produção de orgânicos representa menos de um por cento da área agricultável. São 800 mil hectares plantados e dois milhões de hectares com extrativismo orgânico. Isto representa cerca de 15 mil propriedades trabalhando com agricultura orgânica. Mundialmente o índice é semelhante, cerca de um por cento, com 31 milhões de hectares, ou pouco mais de 630 mil propriedades.

O Projeto possui ainda outros colaboradores e co-executores importantes como a Prefeitura Municipal de Bonito, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o IASB (Instituto das Águas da Serra da Bodoquena) e apoio técnico e institucional do Ibama.

Fonte: Projeto GEF Rio Formoso

 

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